A tua grandeza é a minha pequenez.
A tua riqueza faz-me sentir pequenina.
Eu sou eu.
Sei disso.
Mas é tão difícil ser eu,
quando és grande
quando mostras ser rico,
quando me tornas nada na tua importância.
Não posso ser eu,
mas não posso ser como tu.
Porque não sou tu.
Sou eu.
A diferença faz-me pequenina,
mas não posso ser grande,
porque és demasiado grande
e preenches tudo
e não há espaço para mim.
Não sobra nada.
Só eu e a tua riqueza.
Nem notas em mim
Nem vês a minha pequenez.
Mas eu vejo.
Mas eu sinto.
22 de março de 2010
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