André Sardet - Adivinha O Quanto Gosto De Ti
Já pensei dar-te uma flor, com um bilhete, mas nem sei o que escrever,
sinto as pernas a tremer quando sorris para mim, quando deixo de te ver...
Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti.
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim...
Ando a ver se me decido, como te vou dizer, como hei-de contar,
até já fiz um avião com um papel azul,mas voou da minha mão...
Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti.
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim...
Quantas vezes parei à tua porta,
quantas vezes nem olhaste para mim,
quantas vezes eu pedi que adivinhsses, o quanto eu gosto de ti.
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim...
19 de novembro de 2008
10 de novembro de 2008
castelos de areia...
" - Por favor... Prende-me a ti! - acabou finalmente por dizer.
- Eu bem gostava [...], mas não tenho tempo. Tenho amigos por descobrir e uma data de coisas para conhecer...
- Só conhecemos as coisas que prendemos a nós - disse a raposa. - Os homens, agora, já não têm tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!
- E o que é preciso fazer?
- É preciso teres muita paciência, Primeiro sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada [...] todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto..."
"Principezinho", Saint - Exupéry
Acordei de mau-humor. Já ouviram falar na terapia de ler? Pois bem... Impelida pela vontade de me sentir bem disposta, quis reler "O principezinho". É daqueles livros que tenho sempre à mão. Pela sua simplicidade, mostra-nos a verdade da vida.
Acima encontra-se o meu excerto preferido, é nele que aprendemos a contruir uma (relação de)amizade.
Uma relação pode ser difícil de contruir, como um castelo de areia. Primeiro começa frágil, com pequenos grãos que voam à primeira brisa. Depois, com o tempo, vamos juntando condimentos (no castelo de areia, água por exemplo) até se tornar daquela areia dura e sólida, aquela que se encontra à beira-mar. Aí, quando passa de frágil a areia dura, mesmo com a maior das ventanias, o castelo não desaba. E mesmo que os grãos se queiram começar a soltar, lá estaremos nós, com a pá sempre à mão, para os voltar a juntar.
- Eu bem gostava [...], mas não tenho tempo. Tenho amigos por descobrir e uma data de coisas para conhecer...
- Só conhecemos as coisas que prendemos a nós - disse a raposa. - Os homens, agora, já não têm tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!
- E o que é preciso fazer?
- É preciso teres muita paciência, Primeiro sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada [...] todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto..."
"Principezinho", Saint - Exupéry
Acordei de mau-humor. Já ouviram falar na terapia de ler? Pois bem... Impelida pela vontade de me sentir bem disposta, quis reler "O principezinho". É daqueles livros que tenho sempre à mão. Pela sua simplicidade, mostra-nos a verdade da vida.
Acima encontra-se o meu excerto preferido, é nele que aprendemos a contruir uma (relação de)amizade.
Uma relação pode ser difícil de contruir, como um castelo de areia. Primeiro começa frágil, com pequenos grãos que voam à primeira brisa. Depois, com o tempo, vamos juntando condimentos (no castelo de areia, água por exemplo) até se tornar daquela areia dura e sólida, aquela que se encontra à beira-mar. Aí, quando passa de frágil a areia dura, mesmo com a maior das ventanias, o castelo não desaba. E mesmo que os grãos se queiram começar a soltar, lá estaremos nós, com a pá sempre à mão, para os voltar a juntar.
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